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    <title>Zuper - Oh darling, it&apos;s just a blog</title>
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    <updated>2008-12-02T13:48:08Z</updated>
    <subtitle>história em quadrinhos, mídia tática, street art, cinema</subtitle>
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    <title>Intervenha você também</title>
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    <published>2008-12-02T13:45:09Z</published>
    <updated>2008-12-02T13:48:08Z</updated>
    
    <summary> na Faixa de Gaza, Palestina em Mali Via Filippo Minelli...</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="ctrlaltdelPalestina.jpg" src="http://www.zuper.com.br/ctrlaltdelPalestina.jpg" width="468" height="312" /><em><br />
na Faixa de Gaza, Palestina</em></p>

<p><img alt="MicrosoftMali.jpg" src="http://www.zuper.com.br/MicrosoftMali.jpg" width="468" height="312" /><br />
<em>em Mali</em></p>

<p>Via <a href="http://www.filippominelli.com/"target=_blank>Filippo Minelli</a></p>]]>
        
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    <title>História e Filosofia em Quadrinhos</title>
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    <published>2008-12-01T12:34:15Z</published>
    <updated>2008-12-01T12:36:05Z</updated>
    
    <summary> Embora exista uma associação muitas vezes danosa entre os quadrinhos e os propósitos didáticos – pois que por muito tempo dar um sentido educacional aos quadrinhos era como &quot;curar&quot; os vícios de uma linguagem mais primitiva – é preciso reconhecer os benefícios que uma leitura que associa o texto diretamente a uma imagem figurada. Para muitos, essa parceria (texto e imagem) pode dar a jovens a oportunidade de entrar em contato com histórias que, de outra forma, dificilmente ganhariam interesse dos leitores. Existem o lado bom e o lado ruim nessa pressuposição, particularmente quando falamos de quadrinhos. E para analisar as duas perspectivas, o estudo de caso aqui é a nova coleção da editora Escala Educacional, o braço didático da editora Escala. Eles acabam de lançar três coleções: História mundial em quadrinhos, História do Brasil em quadrinhos e Filosofia em quadrinhos. Até agora, a primeira vem com os títulos A Revolução Russa, A Revolução Francesa, A fundação de Israel e A Primeira Guerra Mundial. A segunda traz A Guerra dos Farrapos, A Inconfidência Mineira, A Independência do Brasil e A Revolta de Canudos e a terceira coleção soma dois títulos: A utopia e Cândido, ou o otimismo. Cada livro...</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="Revolucao.gif" src="http://www.zuper.com.br/Revolucao.gif" width="250" height="223" align=right> Embora exista uma associação muitas vezes danosa entre os quadrinhos e os propósitos didáticos – pois que por muito tempo dar um sentido educacional aos quadrinhos era como "curar" os vícios de uma linguagem mais primitiva – é preciso reconhecer os benefícios que uma leitura que associa o texto diretamente a uma imagem figurada. </p>

<p>Para muitos, essa parceria (texto e imagem) pode dar a jovens a oportunidade de entrar em contato com histórias que, de outra forma, dificilmente ganhariam interesse dos leitores. Existem o lado bom e o lado ruim nessa pressuposição, particularmente quando falamos de quadrinhos. E para analisar as duas perspectivas, o estudo de caso aqui é a nova coleção da editora Escala Educacional, o braço didático da editora Escala. </p>

<p>Eles acabam de lançar três coleções: História mundial em quadrinhos, História do Brasil em quadrinhos e Filosofia em quadrinhos. Até agora, a primeira vem com os títulos A Revolução Russa, A Revolução Francesa, A fundação de Israel e A Primeira Guerra Mundial. A segunda traz A Guerra dos Farrapos, A Inconfidência Mineira, A Independência do Brasil e A Revolta de Canudos e a terceira coleção soma dois títulos: A utopia e Cândido, ou o otimismo. Cada livro sai por R$ 22,90. </p>

<p>Todos os livros têm roteiro de André Diniz, o cara à frente da Editora Nona Arte, que tem um trabalho incrível na internet dedicado a revelar novos quadrinistas no Brasil. A ilustração de cada álbum é feita por artistas diferentes. Pois bem, na coleção da Escala Educacional, André tenta resumir os grandes eventos (ou obras) acima citados em 48 páginas. Em alguns casos, como no livrinho da Revolução Russa, por exemplo, há um trabalho de conceito muito importante que faz do álbum uma história, antes de tudo, legal de se ler. </p>

<p>Mas é preciso reconhecer que, principalmente nos títulos da coleção Filosofia em Quadrinhos, fica chato e mesmo impraticável a leitura de conceitos tão amplos e complexos em 48 páginas de balões abarrotados de textos que, convenhamos, seriam mais agradáveis de ler em um livro onde eles não estivessem tão espremidos pela obrigação de uma imagem anexa. Aí sim se menospreza tanto o meio de comunicação dos quadrinhos como um ambiente achatado entre imagem e palavra, quanto da literatura em si, pois que é impossível, por melhor que seja a intenção, explicar os conceitos de Thomas More ou Voltaire como se fossem um alfabeto. </p>

<p>Adaptar obras e a história em quadrinhos é tudo menos inédito. Portanto, é preciso muita cautela ao lançar obras que pretendam explicar sem espremer nem o meio, nem a mensagem. </p>

<p><em>(Texto originalmente publicado no Jornal do Commercio, 01.12.2008)</em><br />
</p>]]>
        
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    <title>Criaturas Bizarras de Outro Planeta - Review</title>
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    <published>2008-12-01T12:28:01Z</published>
    <updated>2008-12-01T12:37:56Z</updated>
    
    <summary> Tem Calvin novo chegando na hora certa. Afinal de contas, estamos falando de um dos simpáticos, hilários e familiares personagens de tirinhas que agrada pai, mãe, filho, vizinho e papagaio. Em outras palavras, ideal para todos aqueles que não sabem o que fazer com o presente de um amigo secreto às vezes secreto demais em suas preferências. Criaturas bizarras de outro planeta (R$ 33,90) é o título do mais novo álbum que a Conrad Editora lança nas livrarias, como parte do contrato em publicar todas as tirinhas de Calvin no Brasil. Todo em preto-e-branco, o livro é uma nova compilação com algumas das pirações mais surreais do jovem rebelde e seu fiel companheiro, Haroldo, o muito real tigre de pelúcia na mente imaginativa de Calvin. E o que dizer mais das tiras já antes muito elogiadas de Bill Watterson? Vejamos um exemplo prático: Calvin: “Eu acho que rituais são importantes. Meu ritual predileto é comer três tigelas de “bombas de chocolate açucaradas” e assistir desenhos na TV na manhã de sábado inteira. Depois de algumas horas eu fico tão hiperativo que não consigo ficar sentado e nem pensar direito.” Haroldo: “Um tipo de experiência transcendental, né?” Calvin: “É, eu...</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="Calvin.jpg" src="http://www.zuper.com.br/Calvin.jpg" width="226" height="250" align=right> Tem Calvin novo chegando na hora certa. Afinal de contas, estamos falando de um dos simpáticos, hilários e familiares personagens de tirinhas que agrada pai, mãe, filho, vizinho e papagaio. Em outras palavras, ideal para todos aqueles que não sabem o que fazer com o presente de um amigo secreto às vezes secreto demais em suas preferências.</p>

<p>Criaturas bizarras de outro planeta (R$ 33,90) é o título do mais novo álbum que a Conrad Editora lança nas livrarias, como parte do contrato em publicar todas as tirinhas de Calvin no Brasil. Todo em preto-e-branco, o livro é uma nova compilação com algumas das pirações mais surreais do jovem rebelde e seu fiel companheiro, Haroldo, o muito real tigre de pelúcia na mente imaginativa de Calvin.</p>

<p>E o que dizer mais das tiras já antes muito elogiadas de Bill Watterson? Vejamos um exemplo prático:</p>

<p>Calvin: “Eu acho que rituais são importantes. Meu ritual predileto é comer três tigelas de “bombas de chocolate açucaradas” e assistir desenhos na TV na manhã de sábado inteira. Depois de algumas horas eu fico tão hiperativo que não consigo ficar sentado e nem pensar direito.”</p>

<p>Haroldo: “Um tipo de experiência transcendental, né?”</p>

<p>Calvin: “É, eu atinjo uma consciência inferior.”</p>

<p>Atire a primeira pedra quem nunca passou por tamanha dose de entorpecentes matinais. E ninguém melhor do que Calvin para deixar claro que infância é, sobretudo, a consciência plena de todas as possibilidades humanas e das inevitáveis frustrações adultas.</p>

<p>Portanto, é hora de se divertir com o astronauta Spiff (alter-ego de Calvin durante as maçantes aulas na escola), com os dinossauros que surgem em sua cabeça toda vez que ele é obrigado a comer e das impagáveis implicância de Calvin com seu pai.</p>

<p>Em se falando nesse último relacionamento, aí vai a última:</p>

<p>Calvin: “Puxa, que manhã de verão linda, né pai? Pena que você não pode ficar em casa para aproveitar. Quando você estiver velho vai lamentar nunca ter tirado proveito de dias assim. Mas claro que isso está distante, e até lá tem muito o que trabalhar ainda. É, é bom ir logo para o trabalho. Divirta-se no tempão que vai perder no trânsito. Talvez você consiga chegar em casa a tempo de ver o pôr-do-sol...se você aguentar ficar acordado. Até.”</p>

<p>Pula para o próximo quadro.</p>

<p>Calvin: “Nossa, eu detestaria ter um filho como eu.”</p>

<p>E é por isso que amamos Calvin do fundo do coração. A idéia de que ele não pode pular do papel é, de certa forma, um alívio para todos aqueles que já passaram pelas loucurinhas de uma infância hiperativa. </p>

<p><em>(Texto originalmente publicado no Jornal do Commercio, 24.11.2008)</em></p>]]>
        
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    <title>Chocolate Heroes</title>
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    <published>2008-11-17T12:48:14Z</published>
    <updated>2008-11-17T12:53:18Z</updated>
    
    <summary>Na 11ª edição do New York Chocolate Show (moda vestida de chocolate, basicamente), o tema da vez foi Super-Heróis...ok, imagine então Iron Man desfilando com uma armadura de chocolate, a Mulher Maravilha com estrelinhas de chocolate branco... coisas da bizarrice nossa de cada dia. Agora, o que não é bizarro é a modelo desmaiar e destruir o vestido de chocolate desenhado nela. Isso é uma cruel ironia. Pelo shape dela, a menina devia tá morrendo de fome enquanto era costurada com tiras de chocolate. How sad....</summary>
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        <![CDATA[<p>Na 11ª edição do New York Chocolate Show (moda vestida de chocolate, basicamente), o tema da vez foi Super-Heróis...ok, imagine então Iron Man desfilando com uma armadura de chocolate, a Mulher Maravilha com estrelinhas de chocolate branco... coisas da bizarrice nossa de cada dia. Agora, o que não é bizarro é a modelo desmaiar e destruir o vestido de chocolate desenhado nela. Isso é uma cruel ironia. Pelo shape dela, a menina devia tá morrendo de fome enquanto era costurada com tiras de chocolate. How sad.</p>

<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uQ7T6gC6cKg&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/uQ7T6gC6cKg&color1=0xb1b1b1&color2=0xcfcfcf&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>]]>
        
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    <title>Dr. Bubbles &amp; Tilt - Review</title>
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    <published>2008-11-17T04:23:22Z</published>
    <updated>2008-11-17T04:29:54Z</updated>
    
    <summary> Flutuando pelas páginas tal qual um astronauta que desenha seu movimento no espaço com um talento involuntário, Túlio Caetano te deixa de queixo caído. Seus desenhos são, para dizer o mínimo, emolduráveis. Sua precisão nos detalhes é, em pequena escala, macro-impressionante. Em Dr. Bubbles &amp; Tilt, Sideral, volume 1 (Zarabatana Books), Túlio deixa sua marca registrada no salão nobre dos quadrinhos nacionais. Este moço é da cidade de Goiânia, onde nasceu e se criou, e de Paris, onde se formou artista durante nove anos, parte deles dedicados aos estudos na Escola Superior Européia da Imagem, em Angoulême (e isso não é pouca besteira). De volta ao Brasil, coloca nas livrarias o primeiro volume dessa história que, para acompanhar a extraordinária habilidade de traço do autor, precisa ir além de seu sonho mais sem pé nem cabeça, como uma boa ficção científica modelada em uma viagem de ácidos e entorpecentes. Com um roteiro desses na mão, Túlio Caetano vai longe, amarrado apenas por uma invisível corda na coluna vertebral de seu argumento inicial. Se fica difícil entender do que se trata, então vamos a um breve resumo: Dr. Bubbles é um cientista com uma estranha micose que explode bolhas em...</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="Bubbles.jpg" src="http://www.zuper.com.br/Bubbles.jpg" width="200" height="282" align=right> Flutuando pelas páginas tal qual um astronauta que desenha seu movimento no espaço com um talento involuntário, Túlio Caetano te deixa de queixo caído. Seus desenhos são, para dizer o mínimo, emolduráveis. Sua precisão nos detalhes é, em pequena escala, macro-impressionante. Em Dr. Bubbles & Tilt, Sideral, volume 1 (Zarabatana Books), Túlio deixa sua marca registrada no salão nobre dos quadrinhos nacionais.</p>

<p>Este moço é da cidade de Goiânia, onde nasceu e se criou, e de Paris, onde se formou artista durante nove anos, parte deles dedicados aos estudos na Escola Superior Européia da Imagem, em Angoulême (e isso não é pouca besteira). De volta ao Brasil, coloca nas livrarias o primeiro volume dessa história que, para acompanhar a extraordinária habilidade de traço do autor, precisa ir além de seu sonho mais sem pé nem cabeça, como uma boa ficção científica modelada em uma viagem de ácidos e entorpecentes. Com um roteiro desses na mão, Túlio Caetano vai longe, amarrado apenas por uma invisível corda na coluna vertebral de seu argumento inicial.</p>

<p>Se fica difícil entender do que se trata, então vamos a um breve resumo: Dr. Bubbles é um cientista com uma estranha micose que explode bolhas em sua pele. E o livro começa no último dia de trabalho dele no poderoso Genetechx, laboratório de pesquisas muy suspeitas.</p>

<p>Dr. Bubbles sabe mais do que deveria e, portanto, deveria saber que não sairia da empresa sem conseqüências. No seu primeiro contato com o mundo real, Dr. Bubbles conhece Tilt, um cara que passa o dia numa matrix alucinante (ou seja, lombra) alimentada por qualquer química disponível. Desse encontro, surgem então as páginas mais cientificamente anestesiadas e, de uma maneira bem especial, divertidas deste álbum. O uso de diferentes palhetas de cores para ilustrar os diferentes tipos de ambientes (fechados, abertos, subsolo, rua) dá um tom ainda mais atraente à obra que, vamos ao mundo real, custa R$ 39,90.</p>

<p><em>(Texto publicado originalmente no Jornal do Commercio, 17.11.08)</em></p>]]>
        
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    <title>Se vai o pioneiro do mangá nacional</title>
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    <published>2008-11-16T15:35:45Z</published>
    <updated>2008-11-16T15:36:13Z</updated>
    
    <summary> Acabei de receber este e-mail com a triste notícia que Claudio Seto, pioneiro na produção de mangás no Brasil, morreu ontem, aos 64 anos, em Curitiba. &quot;Ele teve um acidente vascular cerebral ontem. Os exames feitos no hospital onde foi atendido detectaram uma forte hemorragia. Na manhã deste sábado, foi confirmada morte cerebral.&quot; No fim dos anos 60, Seto criou o personagem &quot;Samurai&quot;, produzido no estilo japonês, isso quando ninguém conhecida por aqui o termo mangá. Segundo o e-mail, todas essas histórias, consideradas raríssimas, foram compiladas num álbum que será publicado pela editora Devir, possivelmente ainda em este ano. A mesma Devir há poucos meses, por ocasião das comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, lançou o livro Lendas Trazidas pelos Imigrantes do Japão, com ilustrações de Seto....</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="Claudio.jpg" src="http://www.zuper.com.br/Claudio.jpg" width="196" height="263" align=right> Acabei de receber este e-mail com a triste notícia que Claudio Seto, pioneiro na produção de mangás no Brasil, morreu ontem, aos 64 anos, em Curitiba.</p>

<p>"Ele teve um acidente vascular cerebral ontem. Os exames feitos no hospital onde foi atendido detectaram uma forte hemorragia. Na manhã deste sábado, foi confirmada morte cerebral."</p>

<p>No fim dos anos 60, Seto criou o personagem "Samurai", produzido no estilo japonês, isso quando ninguém conhecida por aqui o termo mangá. Segundo o e-mail, todas essas histórias, consideradas raríssimas, foram compiladas num álbum que será publicado pela editora Devir, possivelmente ainda em este ano.</p>

<p>A mesma Devir há poucos meses, por ocasião das comemorações do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, lançou o livro Lendas Trazidas pelos Imigrantes do Japão, com ilustrações de Seto.<br />
</p>]]>
        
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    <title>Street Art do dia</title>
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    <published>2008-11-13T21:41:52Z</published>
    <updated>2008-11-13T21:55:58Z</updated>
    
    <summary> America Via Whooster Collective...</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="america.jpg" src="http://www.zuper.com.br/america.jpg" width="468" height="286" /><br />
<em>America</em></p>

<p>Via <a href="http://www.whoostercollective.com"target=_blank>Whooster Collective</a></p>]]>
        
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    <title>Super Cool Obama</title>
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    <published>2008-11-13T11:55:51Z</published>
    <updated>2008-11-13T12:09:14Z</updated>
    
    <summary> Coisas que possivelmente você não sabe sobre o novo presidente eleito dos Estados Unidos: - Ele coleciona quadrinhos do Homem Aranha e de Conan, o Bárbaro. - Ele já leu todos os livros de Harry Potter. - Seu livro predileto é Moby Dick - No primeiro encontro, ele levou Michelle para assistir Do the Right Thing, de Spike Lee Fala sério que esse não é o presidente mais cool que um país poderia ter. Da lista de 50 coisas que você não sabe sobre Barack Obama, pelo Telegraph....</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="obama_hero.jpg" src="http://www.zuper.com.br/obama_hero.jpg" width="220" height="243" align=right> Coisas que possivelmente você não sabe sobre o novo presidente eleito dos Estados Unidos: </p>

<p>- Ele coleciona quadrinhos do Homem Aranha e de Conan, o Bárbaro. <br />
- Ele já leu todos os livros de Harry Potter.<br />
- Seu livro predileto é Moby Dick<br />
- No primeiro encontro, ele levou Michelle para assistir Do the Right Thing, de Spike Lee</p>

<p>Fala sério que esse não é o presidente mais cool que um país poderia ter.</p>

<p>Da lista de 50 coisas que você não sabe sobre Barack Obama, pelo <a href="http://www.telegraph.co.uk/news/newstopics/uselection2008/barackobama/3401168/Barack-Obama-The-50-facts-you-might-not-know.html"target=_blank>Telegraph</a>.<br />
</p>]]>
        
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    <title>Tira-Tattoo</title>
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    <published>2008-11-12T03:31:43Z</published>
    <updated>2008-11-12T03:32:46Z</updated>
    
    <summary> Tatuagens de super-heróis...lugar comum. Por que não tatuar uma tira? Sim, a foto acima é o lado esquerdo e o lado direito de um indivíduo que resolveu levar a sério a idéia que a tira original passa sobre &quot;perspectivas em diferentes lados&quot;. Os quadrinhos são da grife Bizarro, trabalho publicado em vários jornais do artista Dan Piraro. A tira original abaixo:...</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="chua.jpg" src="http://www.zuper.com.br/chua.jpg" width="468" height="311" /></p>

<p>Tatuagens de super-heróis...lugar comum. Por que não tatuar uma tira? Sim, a foto acima é o lado esquerdo e o lado direito de um indivíduo que resolveu levar a sério a idéia que a tira original passa sobre "perspectivas em diferentes lados". Os quadrinhos são da grife Bizarro, trabalho publicado em vários jornais do artista <a href="http://bizarrocomic.blogspot.com/"target=_blank>Dan Piraro</a>. A tira original abaixo: </p>

<p><img alt="BizarroStickUp1.jpg" src="http://www.zuper.com.br/BizarroStickUp1.jpg" width="468" height="247" /></p>]]>
        
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    <title>Lindsay e os Super-Heróis</title>
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    <published>2008-11-11T14:43:16Z</published>
    <updated>2008-11-11T14:45:29Z</updated>
    
    <summary> Ensaio da última edição da Harper&apos;s Bazaar. Fotos de Peter Lindbergh....</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="montagemtotal1.jpg" src="http://www.zuper.com.br/montagemtotal1.jpg" width="468" height="895" /></p>

<p>Ensaio da última edição da <a href="http://www.harpersbazaar.com/magazine/cover/lindsay-lohan-lookbook-0308"target=_blank>Harper's Bazaar</a>. Fotos de Peter Lindbergh.<br />
</p>]]>
        
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    <title>Gaturro - Review</title>
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    <published>2008-11-11T00:31:11Z</published>
    <updated>2008-11-11T00:32:39Z</updated>
    
    <summary> Falemos logo da inevitável comparação entre Gaturro, o mais novo gato a ser publicado em quadrinhos no Brasil, e Garfield, para sempre o gato mais estimado por todos aqueles que reconhecem humor no tédio nosso de cada dia. Porque gatos, vocês sabem, têm sempre aquela cara de que já nasceram sabendo (e imagine a canseira que dá em observar a ignorância humana). Pois bem, Garfield é um bichano gordo cuja graça sempre esteve na sua total displicência em agradar. Gaturro, por sua vez, é igualmente um gato gordo (e particularmente bochechudo) cujo humor está na sua disposição em tentar agradar, embora no fundo no fundo ele sabe que seu plano nunca vai dá muito certo, principalmente quando o objeto de seu afeto é a felina Ágata. Portanto, entre o americano Jim Davis, criador de Garfield, e o argentino Nik, criador do Gaturro, existem propostas bem distintas de personagens e, é preciso mencionar, um contexto diferente. Garfield completou há poucos meses seus 30 anos e, portanto, nasceu de um ambiente pós-hippie que dava boas-vindas ao forno microondas e aos primeiros filmes de Guerra nas estrelas. O tédio de Garfield era uma resposta a todo esse entusiasmo do futuro. Gaturro, nascido...</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="Gaturro.jpg" src="http://www.zuper.com.br/Gaturro.jpg" width="300" height="200" align=right> Falemos logo da inevitável comparação entre Gaturro, o mais novo gato a ser publicado em quadrinhos no Brasil, e Garfield, para sempre o gato mais estimado por todos aqueles que reconhecem humor no tédio nosso de cada dia. Porque gatos, vocês sabem, têm sempre aquela cara de que já nasceram sabendo (e imagine a canseira que dá em observar a ignorância humana). </p>

<p>Pois bem, Garfield é um bichano gordo cuja graça sempre esteve na sua total displicência em agradar. Gaturro, por sua vez, é igualmente um gato gordo (e particularmente bochechudo) cujo humor está na sua disposição em tentar agradar, embora no fundo no fundo ele sabe que seu plano nunca vai dá muito certo, principalmente quando o objeto de seu afeto é a felina Ágata. </p>

<p>Portanto, entre o americano Jim Davis, criador de Garfield, e o argentino Nik, criador do Gaturro, existem propostas bem distintas de personagens e, é preciso mencionar, um contexto diferente. Garfield completou há poucos meses seus 30 anos e, portanto, nasceu de um ambiente pós-hippie que dava boas-vindas ao forno microondas e aos primeiros filmes de Guerra nas estrelas. O tédio de Garfield era uma resposta a todo esse entusiasmo do futuro. Gaturro, nascido em 1996, é fruto da revolução digital, quando a piada está na insanidade do tudo-ao-mesmo-tempo--agora. É a graça no entusiasmo que já passou.</p>

<p>Sem mais parâmetros históricos, vamos então ao gato em questão. Dois volumes com várias tirinhas desse muy simpático felino argentino acabam de ser publicados no Brasil pela V&R Editoras (R$ 15 cada volume) e traz um tipo de humor que agrada várias idades, ressaltando que em todas elas é preciso ter um certo senso de humor felino. O protagonista aqui é um gato que freqüenta o colégio – embora depois se arrependa de ter deixado isso acontecer –, está adaptado à modernidade e tem um amor não-correspondido por uma gata de batom rosa e lacinho com estampa de bolinhas. </p>

<p>Em várias tiras, Nik coloca Gaturro em contextos em que o bicho é observador de um cenário à parte, apostando na fórmula do cartum universal, fórmula esta em que outro argentino foi mestre maior: Quino. Não chega a ser genial, mas Nik certamente sabe como brincar a "ignorância e indiferença" do mundo. </p>

<p><em>(Texto publicado originalmente no Jornal do Commercio, no dia 10.11.08)</em></p>]]>
        
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    <title>Aú, o Capoeirista - Review</title>
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    <published>2008-11-11T00:27:58Z</published>
    <updated>2008-11-11T00:50:37Z</updated>
    
    <summary> Não é todo dia que você consegue ver uma edição nacional com capa dura, papel cuchê e todas as páginas internas coloridas. Mas se os méritos deste álbum fossem estritamente técnicos, seria difícil ir além de um formulário que se encerraria em um curto parágrafo. Portanto, a seguir, uma lista das verdadeiras qualidades de Aú, o Capoeirista, álbum infantil em quadrinhos que projeta o trabalho do baiano Flávio Luiz. Antes de mais nada, Aú, o Capoeirista é uma daquelas aventuras despretensiosas que qualquer criança lê de uma respiração só. A trama é bem arrumadinha naquele esquema de mocinhos, vilões e um bichinho (no caso um mico) que em algum momento vai salvar o dia. Sem esquecer, claro, a inevitável parte didática que aqui esmiúça um pouco a história da capoeira no Brasil (uma contrapartida educativa que rendeu ao autor o apoio da Lei Rouanet). Flávio Luiz faz tudo com muito cuidado para não criar um roteiro com cara de panfleto escolar – embora em alguns poucos momentos ele não consiga escapar dessa fórmula pronta. É preciso também destacar o trabalho de desenho do autor, hábil em criar cenas com movimentos, o que neste caso é um pressuposto para a...</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="Au.jpg" src="http://www.zuper.com.br/Au.jpg" width="300" height="391" align=right> Não é todo dia que você consegue ver uma edição nacional com capa dura, papel cuchê e todas as páginas internas coloridas. Mas se os méritos deste álbum fossem estritamente técnicos, seria difícil ir além de um formulário que se encerraria em um curto parágrafo. Portanto, a seguir, uma lista das verdadeiras qualidades de Aú, o Capoeirista, álbum infantil em quadrinhos que projeta o trabalho do baiano Flávio Luiz.</p>

<p>Antes de mais nada, Aú, o Capoeirista é uma daquelas aventuras despretensiosas que qualquer criança lê de uma respiração só. A trama é bem arrumadinha naquele esquema de mocinhos, vilões e um bichinho (no caso um mico) que em algum momento vai salvar o dia. Sem esquecer, claro, a inevitável parte didática que aqui esmiúça um pouco a história da capoeira no Brasil (uma contrapartida educativa que rendeu ao autor o apoio da Lei Rouanet). Flávio Luiz faz tudo com muito cuidado para não criar um roteiro com cara de panfleto escolar – embora em alguns poucos momentos ele não consiga escapar dessa fórmula pronta.</p>

<p>É preciso também destacar o trabalho de desenho do autor, hábil em criar cenas com movimentos, o que neste caso é um pressuposto para a constituição do personagem central, um jovem capoeirista que se dobra e se estica para salvar a mocinha da história, tendo quase sempre como cenário maior a área histórica de Salvador, ou seja, o Pelourinho. O álbum só fica um pouco a dever em alguns acabamentos de cenário de fundo feitos com softwares de imagem.</p>

<p>Para quem quiser conferir um pouco sobre o álbum, seus personagens e o processo de trabalho de Flávio, basta dar uma olhada no site (e no blog) www.auocapoeirista.com.br. O lançamento está com o preço de R$ 48 nas lojas.</p>

<p>Em tempo: depois de meses e meses com o livro preso na gráfica (e com todo o material de imprensa já distribuído e devidamente comentado em jornais e blogs) , a Conrad finalmente lançou no mês passado o documental Chibata, da dupla Hemeterio e Olinto Gadelha, ambos artistas atuando em Fortaleza. Mesmo com o contratempo, valeu a pena a espera, a edição de Chibata, sobre a vida de João Cândido, é uma das melhores publicações em quadrinhos nacionais dos últimos tempos. Podem apostar que em 2009 vem HQ Mix para a dupla. </p>

<p><em>(Texto publicado originalmente no Jornal do Commercio no dia 03.11.08)</em></p>]]>
        
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    <title>Supremo - A Era Moderna - Review</title>
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    <published>2008-09-29T12:31:26Z</published>
    <updated>2008-09-29T12:55:31Z</updated>
    
    <summary> Existem mil e uma maneiras de elogiar Alan Moore. Mas independente da forma, há sempre um ponto consensual em todos os textos sobre ele: seu domínio sobre a linguagem dos quadrinhos. A forma como Moore doma suas histórias prova que existe ali uma combinação rara de alguém que, além de ter a herança cultural do senso de humor britânico (leia-se: ácido), soma um conhecimento incrível sobre a própria história das histórias em quadrinhos. Tendo isso posto, sim, o assunto aqui é o último volume da série com o heróico Supremo, a quem muitos chamam de &quot;homenagem&quot; ao Super-Homem, mas que, venhamos e convenhamos, trata-se mesmo de uma grande e muito bem armada sátira a toda a indústria dos super-heróis e particularmente da DC Comics. Supremo, A Era Moderna (quarto e conclusivo volume da série que teve A Era de Ouro, de Prata e de Bronze), chega agora pela Devir editora. O álbum de 136 páginas coloridas nos traz de volta aos bons tempos de roteiros completamente insanos, quando alguns escritores resolveram sair quebrando barreiras de tempo e espaço para falar de universos paralelos, física quântica e outros fenômenos que só mesmo as revistas especializadas em ciência se dedicariam com...</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="Supremo.jpg" src="http://www.zuper.com.br/Supremo.jpg" width="250" height="363" align=right> Existem mil e uma maneiras de elogiar Alan Moore. Mas independente da forma, há sempre um ponto consensual em todos os textos sobre ele: seu domínio sobre a linguagem dos quadrinhos. A forma como Moore doma suas histórias prova que existe ali uma combinação rara de alguém que, além de ter a herança cultural do senso de humor britânico (leia-se: ácido), soma um conhecimento incrível sobre a própria história das histórias em quadrinhos. Tendo isso posto, sim, o assunto aqui é o último volume da série com o heróico Supremo, a quem muitos chamam de "homenagem" ao Super-Homem, mas que, venhamos e convenhamos, trata-se mesmo de uma grande e muito bem armada sátira a toda a indústria dos super-heróis e particularmente da DC Comics.</p>

<p>Supremo, A Era Moderna (quarto e conclusivo volume da série que teve A Era de Ouro, de Prata e de Bronze), chega agora pela Devir editora. O álbum de 136 páginas coloridas nos traz de volta aos bons tempos de roteiros completamente insanos, quando alguns escritores resolveram sair quebrando barreiras de tempo e espaço para falar de universos paralelos, física quântica e outros fenômenos que só mesmo as revistas especializadas em ciência se dedicariam com tanto afinco. Pois bem, coloque tudo isso nas mãos do cara que escreveu Watchmen e você terá uma seqüência alucinante de referências muito bem-humoradas a toda trajetória das histórias em quadrinhos dos super-heróis.</p>

<p>Em A Era Moderna, Moore novamente usa e abusa das combinações tempo-espaço (fórmula esta que, não coincidentemente, está na base da definição narrativa do que são os quadrinhos) para brincar primeiro com o vilão Darius Dax (o Lex Lutor), a mocinha Diana Dane (Louis Lane) e com Radar (Krypto, o Super Cão), sendo este último o protagonista de um dos capítulos mais hilários deste álbum com algumas das melhores frases já escritas dentro dessa estranha combinação de cachorros e capas vermelhas.</p>

<p>É preciso salientar também que o trabalho dos desenhistas aqui é essencial para passar aquela idéia meio caótica das quebras de tempo e espaço. A coloração retrô de algumas passagens de tempo e a enorme diferença de traço entre histórias tão próximas dão uma sensação vertiginosa quando você decide ler tudo de uma vez. Tal como Alan Moore deve ter projetado em sua cabeça perturbada e, claro, genial.</p>

<p>Balões geniais:</p>

<p>"Já cuidei de departamentos de marketing mais durões que vocês" Diana Dane, ao derrubar com um chute nas partes mais doloridas de Baxter Frunnt</p>

<p>"Supremo? Você gosta de mim?<br />
Ah... Sim, eu gosto.<br />
Uh-Hum. E, quando gosta de uma garota, você sempre a leva pra passear em mundos, épocas e dimensões diferentes pra chamar a atenção dela?<br />
Hã. Bem, na verdade, sim." Conversa entre Diana Dane e Supremo</p>

<p>Agora, o diálogo entre um super-herói e seu cão de estimação::</p>

<p>"Ok, Radar... em nome da nebulosa, o que você estava pensando? Eu te conheço desde pequeno. E, de repente, descubro que você virou um labrador libertino! O que deu em você?<br />
Eu...Eu decidi que gostaria de cruzar, mestre. Eu jamais havia feito isso antes. Conheci um belo galgo fêmea nos subúrbios de Omegapolis. É claro que, com a velocidade suprema, nossa relação durou apenas um quarto de segundo, mas pareceu significar algo naquele momento. Foi muito prazeroso. Então, pensei em repetir a dose só mais uma vez. Dessa vez foi com uma pitbull marrom, orgulhosa e impetuosa, perto do lago. Depois disso, receio ter perdido o controle..."</p>]]>
        
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    <title>Aquecimento global - cartum</title>
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    <published>2008-09-22T01:17:13Z</published>
    <updated>2008-09-22T01:24:44Z</updated>
    
    <summary>E-mail de Jarbas Domingos, o menino que não cansa de ganhar prêmios por aí: &quot;Gostaria de compartilhar uma boa notícia, tive a felicidade de ser Premiado com o primeiro lugar no 1º Salão Internacional Pátio Brasil de Humor Sobre Meio Ambiente em Brasília. Para a seleção e premiação das 290 obras recebidas foram obedecidos critérios de criatividade, originalidade e pertinência com o tema proposto, AQUECIMENTO GLOBAL. Participaram do concurso desenhistas de todas as regiões do Brasil e dos países: Alemanha, Ubesquistão, França, Eslováquia, China, Estados Unidos, Uruguai, Azerbaijão, Ucrânia, Istambul, entre outros.&quot; Aqui, o fotoblog do rapaz e abaixo o cartum premiado:...</summary>
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        <![CDATA[<p>E-mail de Jarbas Domingos, o menino que não cansa de ganhar prêmios por aí: <br />
"Gostaria de compartilhar uma boa notícia, tive a felicidade de ser Premiado com o primeiro lugar no 1º Salão Internacional Pátio Brasil de Humor Sobre Meio Ambiente em Brasília. Para a seleção e premiação das 290 obras recebidas foram obedecidos critérios de criatividade, originalidade e pertinência com o tema proposto, AQUECIMENTO GLOBAL. Participaram do concurso desenhistas de todas as regiões do Brasil e dos países: Alemanha, Ubesquistão, França, Eslováquia, China, Estados Unidos, Uruguai, Azerbaijão, Ucrânia, Istambul, entre outros."<br />
 <br />
Aqui, o <a href="http://jarbasdomingos.nafoto.net/"target=_blank>fotoblog</a> do rapaz e abaixo o cartum premiado:</p>

<p><img alt="jarbas.bmp" src="http://www.zuper.com.br/jarbas.bmp" width="468" height="334" /><br />
</p>]]>
        
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    <title>Jogos de Poder - Review</title>
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    <published>2008-09-22T01:04:22Z</published>
    <updated>2008-09-22T11:45:19Z</updated>
    
    <summary> Na introdução assinada por ninguém menos que Warren Ellis, há de cara uma referência saudosa às boas séries de investigação da TV inglesa. Ellis usa a produção televisiva do Reino Unido como um interessante contraponto à produção criativa dos quadrinhos britânicos. Sustenta ele que, quando os roteiros de TV começaram a decair por lá, os de quadrinhos começaram a ganhar corpo e respeito. Tudo isso para chegarmos no ponto de Jogos de poder – operação: Terreno Partido, história de Greg Rucka. O primeiro volume dessa história foi publicado originalmente em 2001 (e escrita antes do 11 de Setembro). É nesse ambiente ainda em suspenso e no entanto já pautado pelo terrorismo que a história se desenrola, em um ritmo tão fascinante de se ler quanto aquela série de TV que você simplesmente não pode perder um episódio sequer. Há algo folhetinesco (leia-se viciante) na maneira como Rucka escreve suas histórias (a mesma vibe você pode sentir no premiado Whiteout, que chegará ao cinema no ano que vem) e, em se tratando de um roteiro com conspirações, espionagem e aquele jeitinho um tanto vaidoso e quase displicente de os ingleses tomarem o chá da tarde, aí sim fica impossível largar...</summary>
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        <![CDATA[<p><img alt="jogos.jpg" src="http://www.zuper.com.br/jogos.jpg" width="200" height="291" align=right> Na introdução assinada por ninguém menos que Warren Ellis, há de cara uma referência saudosa às boas séries de investigação da TV inglesa. Ellis usa a produção televisiva do Reino Unido como um interessante contraponto à produção criativa dos quadrinhos britânicos. Sustenta ele que, quando os roteiros de TV começaram a decair por lá, os de quadrinhos começaram a ganhar corpo e respeito. Tudo isso para chegarmos no ponto de Jogos de poder – operação: Terreno Partido, história de Greg Rucka.</p>

<p>O primeiro volume dessa história foi publicado originalmente em 2001 (e escrita antes do 11 de Setembro). É nesse ambiente ainda em suspenso e no entanto já pautado pelo terrorismo que a história se desenrola, em um ritmo tão fascinante de se ler quanto aquela série de TV que você simplesmente não pode perder um episódio sequer. Há algo folhetinesco (leia-se viciante) na maneira como Rucka escreve suas histórias (a mesma vibe você pode sentir no premiado Whiteout, que chegará ao cinema no ano que vem) e, em se tratando de um roteiro com conspirações, espionagem e aquele jeitinho um tanto vaidoso e quase displicente de os ingleses tomarem o chá da tarde, aí sim fica impossível largar fácil essa história.</p>

<p>Na primeira página, a introdução dos personagens segundo a hierarquia de seus postos dentro do Serviço Secreto de Inteligência britânica (SIS). Na segunda, um plano aberto com uma mapa mundi no painel de um grande escritório, indicando alguém perdido (e possivelmente em perigo) em algum ponto do planeta. Daí em diante, entendemos que temos dois personagens preciosos nessa história: Paul Crocker e Tara Chase. Ele um diretor de operações, ela a operação em si, de armas em punho. Paul é o que melhor sabe mandar e Tara a que melhor pode obedecer. E nesse mapa mundi confuso em definir a geografia do inimigo, personagens multidimensionais como esses dois ratificam aquela sensação de que a gente só acredita que as coisas vão dar certo porque, em algum lugar, os heróis, imaginamos, devem existir. Bem, não é exatamente o que acontece aqui. E é por isso que não dá vontade de desligar a TV. A possibilidade do erro vem sempre antes do clímax na dramaturgia clássica da civilização.</p>

<p>Para checar algumas das imagens desenhadas por Steve Rolstron, o site da editora <a href="http://www.devir.com.br"target=_blank>Devir</a> dá uma preview de três páginas.</p>

<p>Galeria com várias páginas em quadrinhos de <a href="http://www.steverolston.com/gallery/categories.php?cat_id=2&sessionid=03bccac4546bbbdc1036da46d6a465ea"target=_blank>Steve Rolston</a> (incluindo algumas de Jogos de Poder) <br />
Site oficial de <a href="http://www.gregrucka.com/comics.html"target=_blank>Greg Rucka</a></p>]]>
        
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